a despeito de todos os avanços tecnológicos, e de toda a conceptualização e trabalho em torno do chamado método ciêntífico o que é certo é que a aleatoriedade sempre desempenhou um papel central nos avanços. vem este desabafo a propósito deste link na wikipedia sobre cartões de crédito e como apareceram.
no entanto desta vez fico sem perceber se mais valia não se ter dado o aleatório acontecimento...
excerpto de "Magnetic Stripe Card" no site wikipedia
"The magnetic stripe
The process of attaching a magnetic stripe to a plastic card was invented by IBM under a contract with the US government for a security system. Forrest Parry, an IBM Engineer, had the idea of securing a piece of magnetic tape, the predominant storage medium at the time, to a plastic card base. He became frustrated because every adhesive he tried produced unacceptable results. The tape strip either warped or its characteristics were affected by the adhesive, rendering the tape strip unusable. After a frustrating day in the laboratory, trying to get the right adhesive, he came home with several pieces of magnetic tape and several plastic cards. As he walked in the door at home, his wife was ironing and watching TV. She immediately saw the frustration on his face and asked what was wrong. He explained the source of his frustration: inability to get the tape to "stick" to the plastic in a way that would work. She said, "Here, let me try the iron." She did and the problem was solved. The heat of the iron was just high enough to bond the tape to the card."
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29.10.09
16.3.09
das alterações climáticas
Chegámos ao Verão, sem sequer passar pela Primavera.
Os ovos já ficam estrelados nos capôs dos automóveis.
Os pavões pavoneiam-se de chinelos.
Chegámos ao Verão, sem sequer passar pela Primavera.
E o frio, já ficou lá atrás.
Já não saímos de casa no barco insuflável.
Chegámos ao Verão, sem sequer passar pela Primavera.
Tema:
da incerteza
11.11.08
de um tempo omnipresente
Continuação do post "da humanidade ausente" por Paulo Bernardino Ribeiro

Detalhe de Fotografia de Rita Garção
O Homem caminha em círculos preocupado em estancar o tempo como quem estanca o sangue da jugular aberta. Não tem motivos para ponderar o espaço intacto, para ele esse é o vazio. Na ausência há apenas o insucesso da mão que não trabalha e do pé dormente. O Homem é um tempo perdido num espaço consumido.
Tema:
da incerteza
6.11.08
a compressão do tempo
Ouvi dizer que o tempo não é constante que a sua velocidade aumenta e que a noite e o dia coabitam em simultâneo nas nossas vidas e por isso não nos resta fôlego para reviver a estória dos nossos interlocutores.
Tema:
da incerteza
5.11.08
a extensão do mundo
Ouvi dizer que o mundo tem vindo a encolher, que as distâncias são cada vez mais curtas e que nos encontramos na extensão de um abraço. Ouvi dizer tudo isso, mas contínuo sem compreender porque não vemos mais para lá da superfície.
Tema:
da incerteza
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