E os teus abismos aos magotes saltando nos poços fundos que trago no peito escancarado à brisa da madrugada húmida do orvalhar das nossas lágrimas de riso da noite da festa de que partimos a meio sem avisar e naquela eternidade que foi como um fogacho nas nossas vidas ficámos a sós. Com os nossos abismos.
(como seara aumentada por Paulo Bernardino Ribeiro)




